Você está se distanciando,
está longe… cada vez mais longe. E tudo que eu posso fazer agora é te observar
distante, tão distante. Nada posso fazer, e se pudesse, o que eu faria? Te
tenho a mil milhas daqui. Não, não te tenho, não te vejo, não te toco. E eu
fico aqui, remoendo essa dor e mais ainda, esse amor. Amor, não teria outro
sentimento? Teria de ser justo amor? Poderia ser um sentimento tão banal, tão
breve, tão simples… foi justamente amor. É amor. Amor que não apaga, que não
esquece, que não desiste. E nesse amor, que escorre pelos olhos e se esconde em
um sorriso, você se vai, sem notícias, sem adeus, sem mim.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Era um
sonho, tão mágico, tão real. Era tudo tão perfeito. Não, não era perfeito, mas
era amor... Ah, o amor, ele torna tudo perfeito. Não era amor pela metade, era
por inteiro. Eu não amava mais sozinha, eu amava ele, para ele, junto dele. Só
não há explicação para essa confusão que cerca meus pensamentos, não há. Já
revirei pensamentos, relembrei conversas, ouvi nossas músicas, vi tuas fotos,
mas por que tudo isso? Não vejo razão, agora literalmente não vejo, porque as
lágrimas estão impedindo que meus olhos possam ver alguma coisa diante de mim.
Tudo que eu consigo fazer quando penso nele é chorar, pelos nossos momentos,
por tudo. Não acabaram, eu sei que não acabaram. Mas dói tanto, eu não sei o
motivo. É tanto sentimento misturado, espalhado... Não sei por onde começar.
Ah, como eu te amo. Por que eu te amo?
Isso é mais forte que eu, isso me corrompe por dentro, isso leva um
pedaço de mim a cada segundo. Eu não posso entender, eu não posso. Eu não
suporto mais chorar, eu não sei que decisão tomar. Me transformei em dor, pra
não transformar tudo em fim.
terça-feira, 22 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Na vida, nos arrependemos do que fizemos, sentimos saudades do que passou, enquanto olhamos para trás. Não nos contentamos com o presente, e por isso planejamos um futuro melhor, olhando para a frente. Porém, em meio a toda essa nostalgia e todos esses planos, esquecemos de olhar para o lado, para aqueles que estão sempre conosco. Aqueles que fazem valer a pena, que dão razão a tudo. Aqueles que te fazem chorar por tristeza e por alegria. Eles te fazem viver, mas viver de verdade, não apenas existir. As suas madrugadas tornam-se melhores, os filmes tem um sentido diferente, uma simples conversa ... tudo tem um sentido muito mais importante. Os segredos não são mais segredos, nós acabamos nem sendo mais nós mesmos.Não há explicação, apenas sentimento. Mas, enquanto planejamos nosso futuro, e esquecemo-nos de olhar para o lado e dizer uma palavra de carinho, tudo vai virando passado, vai virando lembrança, e então, não tem mais como voltar atrás do tempo perdido.
Olhe para o seu lado, ou quem sabe para dentro de você mesmo, os verdadeiros sempre estarão aí.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Peguei a caderneta, o lápis, a borracha.
Me acalmei, concentrei, refleti.
Parei, pensei, repensei.
Busquei a palavra, mas ela se foi pelo ar.
A música, eu já não podia escutar.
E o amor, onde estava agora ?
Logo quando estava determinada a defini-lo,
Tudo fugiu, tudo sumiu.
A palavra, o texto, o contexto.
O som, a fala, o sentimento.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Eu estou...afundando. Não, não me deixe ir. Salve-me, por favor. Meu coração está pesando. Meus pensamentos estão sofrendo. Minha'alma chora, inconsolavelmente. As lágrimas são constantes em mim, ninguém as vê, somente eu. Ninguém vê meu sofrimento, só eu posso sentir a dor. Essa dor que acaba com qualquer alegria, que arranca todo amor que ainda restava aqui...Essa dor. A pior das dores, a que machuca por dentro, a que acaba com o interior. Ei, o meu coração! Eu preciso pegá-lo de volta, onde está ? Arrancaram-o de mim. Ainda assim, eu estou afundando, estou perdendo as forças, não suporto mais. Salve-me. Eu estou afogando-me nesse mar de lágrimas, no meu próprio interior.
Mantenha-me viva. Não, não me deixe. Eu não voltarei. Estou indo ao fundo, mais fundo, ao fundo, profundo...
domingo, 6 de maio de 2012
O tempo lá fora está frio, mas meu coração está como uma avalanche, como uma tempestade sem fim, um vento que não cessa ... Aqui dentro está muito pior. Aqui dentro os sentimentos batem e combatem, não me deixam em paz. Aqui dentro o inverno é muito mais rigoroso.Aqui, não se sobrevive. Por dentro, se morre mais cedo. Essa é a explicação para pessoas como eu, que estão vivas fisicamente, mas por dentro, estão mortas. É fácil sobreviver a esse mundo, é o que há de mais simples. O problema está em sobreviver ao seu interior. Sobreviver às mudanças, ao medo, à guerra constante que mata, aos poucos, o nosso coração. É esse o vazio que assombra as pessoas. Sem saber elas estão, pouco a pouco, morrendo.
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