Páginas

terça-feira, 28 de agosto de 2012


Meus ouvidos ensurdecem, minha garganta rasga e ninguém pode ouvir os meus gritos. Gritos de dor, de desespero, de solidão. Hei, tente me ouvir! Eu imploro por socorro, por alguém que consiga me entender. Ou, que mesmo sem me entender, olhe em meus olhos e diga que mesmo que tudo de errado, não me deixara cair. Só preciso que alguém me ouça, é pedir demais? Estou sozinha, isolada do mundo. Venha e traga a minha paz, o meu sorriso, o meu humor. Mas venha logo, e traga o meu coração, o meu amor, a minha vida.

domingo, 12 de agosto de 2012




Hoje pela manhã foi o sol quem me acordou, uma brisa tênue tocou meu rosto e me trouxe novos ares, novas perspectivas, novos sonhos. Não estou feliz, não generalize.Estou bem. Estou leve. Estou continuando.  

sábado, 4 de agosto de 2012

"Como a vida é cruel." Isso sempre me vem à mente quando sinto-me sozinha em meio à multidão. Mas por que a vida sempre é a culpada ? Talvez os verdadeiros culpados sejamos nós mesmos, que nos escondemos e nos limitamos a livros antigos e páginas de diário, onde ninguém nos compreende, onde mentes pequenas não podem nos alcançar.

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Mais uma vez tu me enganaste, não é, felicidade ? Te senti passar por cada milímetro do meu corpo. Tomando conta de tudo que possuía e também daquilo que desejava possuir. Mas é sempre assim, não é mesmo ? Os piores sofrimentos surgem em supostas felicidades. São como um belo dia de sol em que, repentinamente, nuvens sombrias cobrem nossas casas e derramam aquela chuva que parece não ter fim. Felicidades que não sabemos ao certo de onde vem, por qual razão, muito menos quem as causou, também são decepcionantes. É exatamente essas felicidades tão incertas, tão desequilibradas, tão absurdas, que dão o pontapé inicial para uma lágrima...duas...e para toda aquela tempestade que aparenta ser eterna dentro de nós. Mas ela acaba, meu amigo, creio que alguma hora ela tem que acabar.