Aquele que tem por vício a leitura, droga alucinógena das mais leves, acabará cada vez mais dependente dela. E o pior, passará para drogas mais pesadas, como a escrita. Nesta fase crítica, o leitor, agora escritor, tende a fugir regularmente da realidade e ter devaneios de que, assim como Deus, é criador de Universos inteiros.
Jefferson Luiz Maleski
sábado, 30 de março de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
“Olha, eu sei tá? Eu sei que não sou a pessoa perfeita, a metade da laranja, a alma gêmea… Eu sei. Sou complicada, confusa, tenho meus mistérios quase impossíveis de ser desvendados, quase. Porque ainda existe uma pessoa no mundo que é capaz de resolver todos meus problemas, e é você. E é sempre você, seja lá qual for. Complicado, eu sei. Eu tento falar de mim, e começo a falar de você, porque onde tem eu, tem você, tem nós. E eu nunca quis alguém como eu quero você, nunca desejei tanto alguém, como te desejo. Pensem o que quiser, interpretem como quiser, mas não vivo sem você, clichê, tudo bem, não ligo. É impossível falar de você e não ser clichê, e eu lamento por isso. Porque eu não quero ser enjoativa, ser daquelas que mando cem mensagens de uma vez só, e fica brava se você só responder noventa delas. Eu não quero. Mas quando se trata de você qual quer detalhe é muito. Não sei se é normal ir dormir pensando em uma pessoa, e sonhar com ela, e acordar pensando em ligar pra ela. Isso não é normal. Amor não é normal. Amor, viu? Falei de amor. Cara, eu to te amando, essa é a verdade, vamos por as cartas na mesa. Eu te amo mesmo, com todas minhas forças, com todo o amor do mundo, eu te quero comigo o tempo inteiro, eu quero você ao meu lado, eu nunca pensei que essa coisa de ser dependente de alguma pessoa fosse existir mas depois que eu conheci você eu mudei completamente de opinião, eu achava chato ver essas coisas de amor em tudo quanto é lugar, achava idiota essas pessoas que se apaixonavam, mas aí você apareceu, e mudou tudo, e me mudou, e quero você comigo, pra sempre.”
| — | But, I love you. |
domingo, 3 de março de 2013
Não há nada melhor que ter um colo pra chorar.Alguém pra confiar, pra abraçar, pra proteger. Alguém que, só com a sua presença conforta toda dor. Junto dele não escondo nada, não seguro as lágrimas, não guardo tristezas. Sou quem eu sou. E o amo, amo enquanto essa cumplicidade durar. Enquanto o tempo deixar.
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