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domingo, 8 de maio de 2011

Recostado em minha escrivaninha, sob um tênue feixe de luz proveniente do lampião aceso à minha esquerda, desenho a janela posicionada à minha frente, como um portal ilusório que promove a minha autoreflexão: existirá um amor tão profundo e sincero que supere aquele oriundo das naturezas maternais?
Com o passar dos tempos, observa-se o quanto nos encarece a ausência do amor maternal,aquele que nos oferece abrigo,carinho e preparação para mais tarde virmos a enfrentar a realidade, como ela realmente se apresenta.
Torna-se um dever, como filho, honrar o papel das mães na sociedade, pois são elas que darão sequência ao crescimento da humanidade, rendendo a esta indivíduos conscientes e engajados para um futuro imprevisível e cada dia mais próximo.
                                                escrito por William Martins !

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