Muitas noites, voltando para casa, eu via uma luz a uns 10 metros na minha frente, no meu caminho, como se alguém estivesse carregando uma lanterna e me mostrando por onde eu deveria passar. Era comum eu me perder na escuridão cerrada, mas aí via a luz, como uma pequena estrela, me mostrando como voltar ao caminho certo. Ela não era constante, mas aparecia sempre que eu estava na direção errada.
Fome saciada (cap.2) - O homem do céu.

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