Páginas

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

"Ela se vira para mim e deita a cabeça em meu ombro, e ficamos deitados ali, exatamente como eu havia imaginado há muito tempo na grama do SeaWorld. Foram necessários milhares de quilômetros e muitos dias, mas aqui estamos: a cabeça dela em meu ombro, respiração em meu pescoço, um cansaço enorme em nós dois. Somos agora o que eu gostaria que fôssemos então."
Cidades de Papel - John Green
""Porque é o máximo ser uma ideia que agrada a todos. Mas eu nunca poderia ser aquela ideia para mim, não totalmente. E Agloe é um lugar onde uma criação de papel se tornou real. Um ponto no mapa que se tornou de verdade, mais do que as pessoas que o criaram jamais poderiam imaginar. Pensei que talvez a garota de papel também pudesse se tornar uma garota de verdade aqui. E parecia um jeito de dizer àquela garota que se preocupava com sua popularidade e roupa e tudo o mais: 'Você vai para as cidades de papel. E nunca mais mais voltar.'""
Cidades de Papel - John Green
"Quero prolongar o abraço. Quero fazer disso um acontecimento. Quero sentir os soluços sofridos dela em meu peito, sentir as lágrimas escorrendo das bochechas sujas em minha camiseta. Mas ela apenas me abraça brevemente e se senta no chão."
Cidades de Papel - John Green
"Eu quase posso imaginar uma felicidade sem ela, a capacidade de deixá-la ir embora, de sentir que nossas raízes estão interligadas mesmo que eu nunca mais veja aquela folha de relva novamente."
Cidades de Papel - John Green

terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

"É muito difícil ir embora - até você ir embora de fato. E então ir embora se torna simplesmente a coisa mais fácil do mundo." 
Cidades de Papel
"Ela vivera bons momentos ali. E no último dia é difícil recordar os momentos ruins, pois, de um jeito ou de outro, ela havia passado uma vida inteira ali dentro, assim como eu. A cidade era de papel, mas as memórias, não. todas as coisas que eu tinha feito ali, todo o amor, a pena, a compaixão, a violência e o desprezo estavam aflorando em mim. Aquelas paredes de tijolo de concreto pintado de branco. Minhas paredes brancas. As paredes brancas de Margo. Fomos prisioneiros delas por muito tempo, presos em sua barriga feito Jonas na baleia."
Cidades de Papel - John Green

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

"Gostava de ficar afastado, observando-os - era um tipo de tristeza que não me incomodava, e assim eu só ouvia, deixando toda a felicidade e toda a tristeza daquele redemoinho de términos me dominarem, cada sentimento fazendo o outro ficar mais forte. Por um longo tempo, foi como se meu peito estivesse se abrindo, mas era não exatamente desagradável."
Cidades de Papel - John Green

domingo, 23 de fevereiro de 2014

Mas se não acelera o coração, se não aquieta a alma e não dá coragem pra enfrentar o mundo, de que vale esse amor? Que amor é esse? Que indefinição é essa?

domingo, 16 de fevereiro de 2014


"Até então eu não havia chorado por Margo, mas enfim chorei, golpeando o chão e gritando porque não havia ninguém para me ouvir: eu sentia saudades dela, eu sentia saudades dela, eu sentia saudades dela, eu sinto saudades dela.
Continuei ali, mesmo depois de meus braços se cansarem e os olhos secarem, sentado, pensando nela até a luz do dia ficar cinza."
Cidades de Papel - John Green

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014


"A primeira pessoa que eu amei, de verdade, nunca esteve comigo. Claro, já tive namorados depois disso, mas nunca estive com a pessoa que eu me apaixonei pela primeira vez. E aquilo foi amor. Com todos os outros, eu sentia a liberdade de poder deixa-los e seguir em frente a qualquer momento, eu gostava muito, mas nunca os amei. Já essa pessoa, que nunca beijei, mas sempre amei, pode me chamar quando for, com qualquer idade, posso estar com quem estiver, eu largo tudo e vou. Porque amor você encontra em alguns, mas verdadeiro amor, apenas em uma pessoa na sua vida toda. Talvez você não se sinta como eu, ou talvez me ache um baita hipócrita de trocar alguém que sempre esteve comigo por alguém que nunca me deu atenção, e se diz isso, acredite, você ainda não conheceu seu verdadeiro amor."
— I began to wonder why I came.

domingo, 9 de fevereiro de 2014


Hoje acordei com uma vontade louca de ouvir Tópaz, e lembrar de tudo que essas músicas me fazem lembrar..E como me fazem lembrar! Ele deixou uma marca na minha vida que jamais será apagada. Eu aprendi muito, eu sofri muito, eu amei muito...Espero conhecê-lo um dia pra poder ouvir essa música com ele.


"Eu nunca fui bom nisso, não levo jeito pra dizer
Que vai dar tudo certo e nenhum desastre vai acontecer
Eu tenho os meus problemas e a certeza que você tem os seus.

Quem sabe a gente aceita todos eles, juntos, só dessa vez?

Se for pra tudo dar errado

Quero que seja com você

O que podia ser, sempre vai ser melhor que é.

As possibilidades vão perseguir o que a gente escolher

Vamos perder a calma pra encontrar 3 dias depois

No meio da saudade de nunca ser menos que nós dois

Se for pra tudo dar errado

Quero que seja com você"

Tópaz

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014




Eu ando assim, em dois. Dividida, separada. As pessoas me veem uma.Eu me vejo duas, três..infinitas. Olho pro espelho e procuro a verdadeira, não encontro. Sou metade, sou partida, sou quebrada. Não sei pra que lado ir, não sei pra quais braços fugir. Não sei. 

sábado, 1 de fevereiro de 2014

"Eu não precisava de você, seu idiota. Eu escolhi vir com você.E você me escolheu."
Cidades de Papel - John Green
"Mas é que estava por um fio.Era um fio tênue, sim, mas era o que restava. E toda garota de papel precisa de pelo menos um fio, não é?"
Cidades de Papel - John Green
"Eis o que não é bonito em tudo isso:daqui não se vê a poeira ou a tinta rachando ou sei lá o quê, mas dá pra ver o que este lugar é de verdade. Dá pra ver o quanto é falso. Não é nem consistente o suficiente para ser feito de plástico. É uma cidade de papel.Quer dizer, olhe só para ela, Q: olhe para todas aquelas ruas sem saída, aquelas ruas que dão a volta em si mesmas, todas aquelas casas construídas para virem abaixo.Todas aquelas pessoas de papel vivendo suas vidas em casas de papel, queimando o futuro para se manterem aquecidas. Todas as crianças de papel bebendo a cerveja que algum vagabundo comprou para elas na loja de papel da esquina. Todos idiotizados com a obsessão por possuir coisas. Todas as coisas finas e frágeis como papel. E todas as pessoas também."
Cidades de Papel - John Green