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terça-feira, 25 de fevereiro de 2014

"Ela vivera bons momentos ali. E no último dia é difícil recordar os momentos ruins, pois, de um jeito ou de outro, ela havia passado uma vida inteira ali dentro, assim como eu. A cidade era de papel, mas as memórias, não. todas as coisas que eu tinha feito ali, todo o amor, a pena, a compaixão, a violência e o desprezo estavam aflorando em mim. Aquelas paredes de tijolo de concreto pintado de branco. Minhas paredes brancas. As paredes brancas de Margo. Fomos prisioneiros delas por muito tempo, presos em sua barriga feito Jonas na baleia."
Cidades de Papel - John Green

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