sábado, 29 de dezembro de 2012
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
segunda-feira, 17 de dezembro de 2012
sábado, 15 de dezembro de 2012
terça-feira, 11 de dezembro de 2012
domingo, 25 de novembro de 2012
“Você não precisa saber que eu choro porque me sinto pequena num mundo gigante. Nem que eu faço coisas estúpidas quando estou carente. Você nunca vai saber da minha mania de me expor em palavras, que eu escrevo o tempo todo, em qualquer lugar. Muito menos que eu estou escrevendo sobre você neste exato momento. E não pense que é falta de consideração eu dividir tanto de mim com tanta gente e excluir você dessa minha segunda vida, porque há duas maneiras de saber o que eu não digo sobre mim: lendo nas entrelinhas dos meus textos e olhando nos meus olhos. E a segunda opção ninguém mais tem.”
| — | Verônica Heiss. |
sábado, 24 de novembro de 2012
“Você é o amor da minha vida. E, talvez, exatamente por isso, eu não consigo desistir de você. Apesar dos teus erros, defeitos, medos. Apesar da tua maneira complicada de ser, da tua arrogância, do teu ego inflado. Apesar de tudo, você ainda continua sendo o amor da minha vida. E nem sequer as tuas dúvidas ou a tua muralha de defesa constante me impede de sentir um amor absurdo por você. Mesmo que a gente não concorde em nada e brigue por tudo. Mesmo que o nosso plural, vez ou outra, teime em ser apenas singular. Mesmo que o nosso quebra cabeças seja montado ao avesso. Mesmo assim, é o teu nome que o meu corpo grita nos momentos de solidão. É nos teus braços quentes que a minha crosta gelada se derrete. É em você que eu encontro tudo o que não quero, mas tudo que preciso. A tua insanidade completa o meu lado mais santo. O meu medo encontra forças na tua parte mais corajosa. Teu humor ácido ensina o meu mau humor constante a achar graça na vida. E a vida se colore quando tem os seus lápis de cor de mil e uma tonalidades diferentes pra me ajudar a pintá-la. É quando você tem paciência pra pintar todo esse meu mundo preto e branco, detalhe por detalhe, que eu vejo a minha hipótese ganhar certeza absoluta: você é o amor da minha vida.”
| — | Capitule. |
terça-feira, 20 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
“Ontem chorei. Por tudo que fomos. Por tudo o que não conseguimos ser. Por tudo que se perdeu. Por termos nos perdido. Pelo que queríamos que fosse e não foi. Pela renúncia. Por valores não dados. Por erros cometidos. Acertos não comemorados. Palavras dissipadas.Versos brancos. Chorei pela guerra cotidiana. Pelas tentativas de sobrevivência. Pelos apelos de paz não atendidos. Pelo amor derramado. Pelo amor ofendido e aprisionado. Pelo amor perdido. Pelo respeito empoeirado em cima da estante. Pelo carinho esquecido junto das cartas envelhecidas no guarda-roupa. Pelos sonhos desafinados, estremecidos e adiados. Pela culpa. Toda a culpa. Minha. Sua. Nossa culpa. Por tudo que foi e voou. E não volta mais, pois que hoje já é outro dia.”
| — | Caio Fernando Abreu. |
terça-feira, 13 de novembro de 2012
“Escrevo isso e choro. Porque quero tanto e não quero tanto. Porque se acabar morro. Porque se não acabar morro. Porque sempre levo um susto quando te vejo e me pergunto como é que fiquei todos esses anos sem te ver. Porque você me entedia e dai eu desvio o rosto um segundo e já não aguento de saudade. E descubro que não é tédio mas sim cansaço porque amar é uma maratona no sol e sem água. E ainda assim, é a única sombra e água fresca que existe. Mas e se no primeiro passo eu me quebrar inteira? E se eu forçar e acabar pra sempre sem conseguir andar de novo? Eu tenho medo que você seja um caminhão de luz que me esmague e me cegue na frente de todo mundo. Eu tenho medo de ser um saquinho frágil de bolinhas de gude e de você me abrir. E minhas bolhinhas correrem cada uma para um canto do mundo. E entrarem pelas valetas do universo. E eu nunca mais conseguir me juntar do jeito que sou agora. Eu tenho medo de você abrir o espartilho superficial que aperto todos os dias para me manter ereta, firme e irônica. Minha angústia particular que me faz parecer segura. Eu tenho medo de você melhorar minha vida de um jeito que eu nunca mais possa me ajeitar, confortável, em minhas reclamações. Eu tenho medo da minha cabeça rolar, dos meus braços se desprenderem, do meu estômago sair pelos olhos. Eu tenho medo de deixar de ser filha, de deixar de ser amiga, de deixar de ser menina, de deixar de ser estranha, de deixar de ser sozinha, de deixar de ser triste, de deixar de ser cínica. Eu tenho muito medo de deixar de ser.”
| — | Tati Bernardi. |
segunda-feira, 5 de novembro de 2012
| — | Querido John |
sábado, 3 de novembro de 2012
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Amor,
Eu já nem sei se posso te chamar assim...Eu sinto tanto a tua falta.Queria poder te dizer isso mais vezes. Eu estou com medo, sabia ? Estou com um nó na garganta que sufoca. Um mar de lágrimas escondido aqui nos olhos, quase transbordando...Me ajuda a sorrir ? Tu consegues arrancar muitos sorrisos meus quando manda alguma mensagem, me faz tão feliz assim, e eu queria poder retribuir, mas só falar que te amo parece tão pouco...Eu não sei mais o que fazer! Eu sinto tanto medo...Eu sei que isso não vai durar muito. Não sei o que será de nós dois, eu nunca soube...vivemos de incertezas angustiantes. sempre foi assim, nós lutamos juntos por isso, mas nunca fomos nada concreto. Não somos amigos, nem namorados. Somos um meio termo que complica tudo. Mas um meio termo intenso, um meio termo que já me fez muito feliz. Sabe, nós somos muito diferentes e eu sei que isso está começando a atrapalhar. Temos tão pouco em comum...Quase nada. Espero que, no mínimo, o sentimento seja comum. eu não queria ( e não quero) que isso tudo acabe assim, é muita historia pra jogar pela janela. É muito sentimento...Esquecer ? Não sei se isso é possível. Foi contigo que eu aprendi a respeitar a opinião do outro, a música, a religião...mas, acima de tudo, foi contigo que aprendi a amar. Mesmo distante, mesmo diferente, mesmo estando triste. Tu sempre me disseste que se isso me faz feliz, eu não deveria me entristecer, e foi aí que encontrei forças para continuar. Mas tudo anda tão difícil ultimamente...Não consigo mais te sentir aqui comigo, e muitas vezes passo a acreditar que tudo está acabando aos pouquinhos...Tenho medo de nunca te conhecer, nunca te abraçar. Eu não quero fazer sofrer aquele que eu mais amei na minha vida inteira.Ainda que custe a minha felicidade, eu quero ver teu sorriso. Mesmo tendo que te eixar partir, mesmo que nada mais dê certo...A tua felicidade é o que me importa. Não deixa nada apagar esse teu sorriso lindo, por favor ?
Eu te amo.
domingo, 14 de outubro de 2012
sábado, 13 de outubro de 2012
“Uma das coisas estranhas da vida é que só muito de vez em quando a gente tem certeza de que vai viver para sempre. Quando a gente se levanta cedinho, antes da hora solene do sol nascer, por exemplo, e fica quieto sozinho com a cabeça para trás, olhando para cima, vendo o céu pálido mudar devagar, e coisas brilhantes, desconhecidas e maravilhosas acontecerem aos poucos, até que o Leste quase faz a gente chorar de emoção, diante da majestade imutável e estranha do nascer do sol - coisa que acontece toda manhã, há milhares, milhares, milhares e milhares de anos. Aí, por um momento curtinho, a gente sabe. Ou então, também, quando fica sozinha num bosque ao entardecer, e a luz dourada e brilhante se esgueirando através dos galhos parece estar se despedindo e dizendo bem baixinho alguma coisa que não se consegue ouvir, por mais que se tente. Ou então, algumas vezes, ao olhar o imenso céu tranquilo, azul-escuro, de noite, com milhões de estrelas. Ou ouvir uma música ao longe. Ou olhar fundo nos olhos de alguém.”
| — | Frances Hodgson Burnett; O jardim secreto |
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
Quando você sorriu, a vida sorriu pra mim. E veio sorrindo diariamente, porque aquele brilho permaneceu em meus pensamentos. Chegava a atormentar, tudo à minha volta me lembrava de ti, os meus sonhos tentavam te buscar. Desde então tudo começou a ficar confuso, tantos sentimentos assim deixaram-me perdida e minhas palavras simplesmente sumiram.Não posso descrever o que sinto, porque nenhuma palavra expressa um terço de tudo que passa na minha vida neste momento. Sinto-me uma idiota daquelas que se apaixonam por tipinhos banais .. Mas eu não estou apaixonada ! É só carência mesmo.. Tenho medo que esses pensamentos invadam também o meu coração. Por favor meu bem, não deixa, não ..
sexta-feira, 5 de outubro de 2012
terça-feira, 2 de outubro de 2012
“… Viver cada dia como se fosse o último – esse era o conselho convencional, mas na verdade quem tinha energia para isso? E se talvez chovesse ou você estivesse de mau humor? Simplesmente não era prático. Era bem melhor tentar ser boa, corajosa, audaciosa e se esforçar para fazer a diferença. Não exatamente mudar o mundo, mas um pouquinho ao redor. Seguir em frente, com paixão e uma máquina de escrever elétrica e trabalhar duro em… Alguma coisa. Mudar a vida das pessoas através da arte, talvez. Alegrar os amigos, permanecer fiel aos próprios princípios, viver com paixão, bem e plenamente. Experimentar coisas novas. Amar e ser amada, se houver oportunidade…”
(Um dia - David Nicholls)
(Um dia - David Nicholls)
sábado, 29 de setembro de 2012
domingo, 23 de setembro de 2012
Ser simpática e gentil com todos, cansa, em algum momento cansa. Porque acabamos não sendo verdadeiros, fingimos. Acabamos nos escondendo atrás de palavras e páginas e mais páginas de um livro sem fim, que ao contrário de tudo que você já leu, não tem um final feliz, mas um final deplorável. Um final na vasta solidão. Onde escuta-se somente o drama da vida, lê-se melancolias e sentem-se lágrimas. Onde ninguém pode nos ouvir, ver ou sentir. Pensando bem, é um bom esconderijo, viver sozinha, tem algo melhor ?
sábado, 22 de setembro de 2012
"Minha pureza era linda, Zé, mas ninguém entendia ela, ninguém acolhia ela. Todo mundo só abusava dela. Agora ninguém mais abusa da minha alma pelo simples fato de que eu não tenho mais alma nenhuma. Já era, Zé. É isso que chamam de ser esperto? Nossa, então eu sou uma ninja. Bate aqui no meu peito, Zé? Sentiu o barulho de granito? Quebrou o braço, Zé? Desculpa."
— Tati Bernardi
— Tati Bernardi
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Escuridão.
A pequena cidade dormia na vasta escuridão.
No silêncio e na tranquilidade a pequena cidade descansava.
As ruas eram calmas, serenas.
Parecia que adormeciam junto com seus moradores.
Mas um estrondo em meio ao imenso vácuo despertou a todos.
Despertou as ruas, os adultos, as crianças.
Despertou os que tranquilamente repousavam e os que serenamente sonhavam.
Despertou a lágrima, o choro, o desespero.
Despertou a angustia, o medo, o sofrimento.
Quem dormia tranquilo, despertou angustiado.
Quem adormeceu em sonhos, despertou em cruéis pesadelos.
Era calma, tão serena a noite naquela cidade.
Onde muitos descansavam, reclamando de tudo.
Enquanto tantos outros choravam, lamentando o "nada" que lhes restara.
domingo, 16 de setembro de 2012
terça-feira, 28 de agosto de 2012
Meus ouvidos ensurdecem, minha garganta rasga e ninguém pode ouvir os meus gritos. Gritos de dor, de desespero, de solidão. Hei, tente me ouvir! Eu imploro por socorro, por alguém que consiga me entender. Ou, que mesmo sem me entender, olhe em meus olhos e diga que mesmo que tudo de errado, não me deixara cair. Só preciso que alguém me ouça, é pedir demais? Estou sozinha, isolada do mundo. Venha e traga a minha paz, o meu sorriso, o meu humor. Mas venha logo, e traga o meu coração, o meu amor, a minha vida.
domingo, 12 de agosto de 2012
sábado, 4 de agosto de 2012
"Como a vida é cruel." Isso sempre me vem à mente quando sinto-me sozinha em meio à multidão. Mas por que a vida sempre é a culpada ? Talvez os verdadeiros culpados sejamos nós mesmos, que nos escondemos e nos limitamos a livros antigos e páginas de diário, onde ninguém nos compreende, onde mentes pequenas não podem nos alcançar.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Mais uma vez tu me enganaste, não é, felicidade ? Te senti passar por cada milímetro do meu corpo. Tomando conta de tudo que possuía e também daquilo que desejava possuir. Mas é sempre assim, não é mesmo ? Os piores sofrimentos surgem em supostas felicidades. São como um belo dia de sol em que, repentinamente, nuvens sombrias cobrem nossas casas e derramam aquela chuva que parece não ter fim. Felicidades que não sabemos ao certo de onde vem, por qual razão, muito menos quem as causou, também são decepcionantes. É exatamente essas felicidades tão incertas, tão desequilibradas, tão absurdas, que dão o pontapé inicial para uma lágrima...duas...e para toda aquela tempestade que aparenta ser eterna dentro de nós. Mas ela acaba, meu amigo, creio que alguma hora ela tem que acabar.
domingo, 29 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
“Acho que estou andando pra frente. Ontem ri tanto no jantar, tanto que quase fui feliz de novo. Ouvi uma história muito engraçada sobre uma diretora de criação maluca que fez os funcionários irem trabalhar de pijama. Mas aí lembrei, no meio da minha gargalhada, como eu queria contar essa história para você. E fiquei triste de novo (…) Quase consigo me animar com essa história, mas me animar ou gostar de alguém me lembra você. E fico triste novamente. Eu achei que quando passasse o tempo, eu achei que quando eu finalmente te visse tão livre, tão forte e tão indiferente, eu achei que quando eu sentisse o fim, eu achei que passaria. Não passa nunca, mas quase passa todos os dias.”
| — | Tati Bernardi |
quarta-feira, 18 de julho de 2012
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Talvez ver a pequenice nos sentimentos ofusque a visão de que, apesar lindo e intensos, eles são completa e totalmente destruidores de corações puros e sofredores”
(Livraria Pessoal)
sábado, 7 de julho de 2012
domingo, 1 de julho de 2012
Era fim de tarde quando vi nuvens sombrias se aproximando e em poucos minutos elas já estavam sobre mim. Eu aumentei o volume da música para tentar abafar os trovões, mas nada impedia o impacto tenebroso que eles tinham sobre mim. Ao deitar-me, as gotas de chuva começaram a cair, e quando percebi já havia uma tempestade aqui dentro de mim. Quando ouvi as gotas de chuva caírem, as minhas lágrimas também caíram . E assim como as poças na rua iam se formando, no meu coração também formavam-se poças.De dor, sufoco, solidão. Os céus choravam e meu coração chovia. Chovia a noite inteira, mas na manhã seguinte sempre brilhava. Ofuscado, com um brilho que não era seu. Mas ninguém percebia. Ninguém nunca percebia. E chovia à noite, para brilhar ao dia.
sexta-feira, 29 de junho de 2012
segunda-feira, 25 de junho de 2012
Foi em um simples papel
Que comecei a colocar
Os desabafos de meu coração…
Palavras que respondiam os meus sentimentos,
Que denunciam minhas vontades.
Uma lágrima sem razão rolou dos meus olhos
E caiu sobre a palavra amor…
Ai percebi que:
Os meus olhos
Choram por amor.
Lágrimas que nascem lá do coração,
Que a alma aprova,
Pois as lágrimas nos fortalecem.
” Uma pessoa que não chora,
Tem mil motivos para chorar…”
Segurar as lágrimas é o mesmo
Que pedir para parar o tempo.
O amor nos faz chorar,
Porque é o sentimento mais forte
Que existe na lei da vida.
Minha poesia
Ficou com uma marca,
A marca de um amor
Expressado em uma
Marca de Uma Lágrima.
(A Marca de Uma Lágrima)
Aquela música inevitavelmente me fez lembrar de ti. Mais uma vez tudo vem à tona. A dor, o clamor, o amor. Mais uma vez desejei tua presença. Desejei bem mais que tudo nesse mundo, tê-lo em meus braços. Desejei concretizar esse nosso clichê amor à distância. E agarrá-lo, e segurá-lo em minhas mãos. E entrelaçar minhas mãos nas suas, e não deixá-lo escapar. E sair às duas da madrugada. E andar sem direção, e te encontrar. E encurtar essa distância, e apagar esses quilômetros. E correr para os teus braços, e entregar-me por completo, enfim. E declarar-me, e dizer o quanto eu te amo, e admitir que nunca deixei de senti-lo. E te amar, te amar mais ainda. E trocar os retratos, e ouvir outras músicas, e ao fim do dia escrever no meu diário: "só assim eu pude ser feliz."
quarta-feira, 6 de junho de 2012
“Ela tem cara de menina mimada, um quê de esquisitice, uma sensibilidade de flor, um jeito encantado de ser, um toque de intuição e um tom de doçura. Ela reflete lilás, um brilho de estrela, uma inquietude, uma solidão de artista e um ar sensato de cientista. Ela é intensa e tem mania de sentir por completo, de amar por completo e de ser por completo. Dentro dela tem um coração bobo, que é sempre capaz de amar e de acreditar outra vez. Ela tem aquele gosto doce de menina romântica e aquele gosto ácido de mulher moderna.”
— Caio Fernando de Abreu
— Caio Fernando de Abreu
"Você não é o cara
certo, este não é o lugar certo, não é o momento certo, este não é o dia certo.
Eu sou apenas uma estranha que entrou em seu mundo, uma garota de outra escola
que ninguém conhece. Eu sou apenas uma garota nova que veio para a sua escola, que
não conhece ninguém, mas conhece você [...] Vou fingir que eu nunca te conheci,
que você não é o cara que eu gostei, porque você era tão diferente, você mudou
muito. Eu não posso ficar presa a você como se você fosse o único cara no mundo
[...] Mas este não é o momento certo, este não é o dia certo, você não é o cara
certo, não é o momento certo."
Not the right day (tradução)- Lu Alone
sábado, 2 de junho de 2012
Era amor, quando eu me mostrava amiga e companheira para todas as horas. Era amor quando eu te ajudava e fazia das minhas palavras o teu consolo. Era amor quando eu escondia a minha dor para acabar com a sua. Era amor quando eu guardava o meu sentimento pra não estragar tudo. Era amor quando eu passava noites chorando por ti. Era amor quando os meus dias ficavam sombrios e tudo que eu queria era te ter. Era amor quando eu sonhava com o teu abraço. Era amor quando eu ouvia tua voz, sentia teu cheiro e podia te tocar, mesmo distante. Era amor...Sempre foi amor, em momento algum foi outro sentimento. Era amor e ódio, amor e raiva, amor e desprezo, mas sempre foi amor. Será que é isso que deve acontecer ? Amor pela metade, amor no singular...É esse nosso destino ? Sozinhos ? Ainda que seja como um grão de areia em meio ao deserto, o meu amor ainda vive. Solitário, vazio, com medo. Basta um instante para que ele desapareça, basta um toque, um olhar, um amor, para que ele tome conta do meu corpo inteiro. Era amor, é amor, sempre será amor dentro de mim.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Você está se distanciando,
está longe… cada vez mais longe. E tudo que eu posso fazer agora é te observar
distante, tão distante. Nada posso fazer, e se pudesse, o que eu faria? Te
tenho a mil milhas daqui. Não, não te tenho, não te vejo, não te toco. E eu
fico aqui, remoendo essa dor e mais ainda, esse amor. Amor, não teria outro
sentimento? Teria de ser justo amor? Poderia ser um sentimento tão banal, tão
breve, tão simples… foi justamente amor. É amor. Amor que não apaga, que não
esquece, que não desiste. E nesse amor, que escorre pelos olhos e se esconde em
um sorriso, você se vai, sem notícias, sem adeus, sem mim.
Era um
sonho, tão mágico, tão real. Era tudo tão perfeito. Não, não era perfeito, mas
era amor... Ah, o amor, ele torna tudo perfeito. Não era amor pela metade, era
por inteiro. Eu não amava mais sozinha, eu amava ele, para ele, junto dele. Só
não há explicação para essa confusão que cerca meus pensamentos, não há. Já
revirei pensamentos, relembrei conversas, ouvi nossas músicas, vi tuas fotos,
mas por que tudo isso? Não vejo razão, agora literalmente não vejo, porque as
lágrimas estão impedindo que meus olhos possam ver alguma coisa diante de mim.
Tudo que eu consigo fazer quando penso nele é chorar, pelos nossos momentos,
por tudo. Não acabaram, eu sei que não acabaram. Mas dói tanto, eu não sei o
motivo. É tanto sentimento misturado, espalhado... Não sei por onde começar.
Ah, como eu te amo. Por que eu te amo?
Isso é mais forte que eu, isso me corrompe por dentro, isso leva um
pedaço de mim a cada segundo. Eu não posso entender, eu não posso. Eu não
suporto mais chorar, eu não sei que decisão tomar. Me transformei em dor, pra
não transformar tudo em fim.
terça-feira, 22 de maio de 2012
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Na vida, nos arrependemos do que fizemos, sentimos saudades do que passou, enquanto olhamos para trás. Não nos contentamos com o presente, e por isso planejamos um futuro melhor, olhando para a frente. Porém, em meio a toda essa nostalgia e todos esses planos, esquecemos de olhar para o lado, para aqueles que estão sempre conosco. Aqueles que fazem valer a pena, que dão razão a tudo. Aqueles que te fazem chorar por tristeza e por alegria. Eles te fazem viver, mas viver de verdade, não apenas existir. As suas madrugadas tornam-se melhores, os filmes tem um sentido diferente, uma simples conversa ... tudo tem um sentido muito mais importante. Os segredos não são mais segredos, nós acabamos nem sendo mais nós mesmos.Não há explicação, apenas sentimento. Mas, enquanto planejamos nosso futuro, e esquecemo-nos de olhar para o lado e dizer uma palavra de carinho, tudo vai virando passado, vai virando lembrança, e então, não tem mais como voltar atrás do tempo perdido.
Olhe para o seu lado, ou quem sabe para dentro de você mesmo, os verdadeiros sempre estarão aí.
quinta-feira, 17 de maio de 2012
Peguei a caderneta, o lápis, a borracha.
Me acalmei, concentrei, refleti.
Parei, pensei, repensei.
Busquei a palavra, mas ela se foi pelo ar.
A música, eu já não podia escutar.
E o amor, onde estava agora ?
Logo quando estava determinada a defini-lo,
Tudo fugiu, tudo sumiu.
A palavra, o texto, o contexto.
O som, a fala, o sentimento.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Eu estou...afundando. Não, não me deixe ir. Salve-me, por favor. Meu coração está pesando. Meus pensamentos estão sofrendo. Minha'alma chora, inconsolavelmente. As lágrimas são constantes em mim, ninguém as vê, somente eu. Ninguém vê meu sofrimento, só eu posso sentir a dor. Essa dor que acaba com qualquer alegria, que arranca todo amor que ainda restava aqui...Essa dor. A pior das dores, a que machuca por dentro, a que acaba com o interior. Ei, o meu coração! Eu preciso pegá-lo de volta, onde está ? Arrancaram-o de mim. Ainda assim, eu estou afundando, estou perdendo as forças, não suporto mais. Salve-me. Eu estou afogando-me nesse mar de lágrimas, no meu próprio interior.
Mantenha-me viva. Não, não me deixe. Eu não voltarei. Estou indo ao fundo, mais fundo, ao fundo, profundo...
domingo, 6 de maio de 2012
O tempo lá fora está frio, mas meu coração está como uma avalanche, como uma tempestade sem fim, um vento que não cessa ... Aqui dentro está muito pior. Aqui dentro os sentimentos batem e combatem, não me deixam em paz. Aqui dentro o inverno é muito mais rigoroso.Aqui, não se sobrevive. Por dentro, se morre mais cedo. Essa é a explicação para pessoas como eu, que estão vivas fisicamente, mas por dentro, estão mortas. É fácil sobreviver a esse mundo, é o que há de mais simples. O problema está em sobreviver ao seu interior. Sobreviver às mudanças, ao medo, à guerra constante que mata, aos poucos, o nosso coração. É esse o vazio que assombra as pessoas. Sem saber elas estão, pouco a pouco, morrendo.
domingo, 29 de abril de 2012
Seis horas da manhã, procuro o que vestir e me deparo com a imagem apagada que o espelho reflete. O frio cerca meu corpo, e congela meu coração, não sou mais a mesma. Ele praticamente parou de bater, há lentas e arrastadas pulsões, mas o sangue já não é mais sentido, o calor se afasta do meu corpo. Sumiram. Os sentimentos sumiram. Acho que um coração tão gélido não é um bom lugar para eles, mas eu sobrevivo, eu sei que sobrevivo. Sempre acordo com o objetivo de sobreviver. Dias alegres, descontraídos são lucro, desde que eu sobreviva. Essa é a minha luta: sobreviver. Às pessoas, ao medo, sobreviver à mim mesma.
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